segunda-feira, 22 de abril de 2013




O Ciume


É na cólera do ciume que ficamos cegos, surdos, e, ao contrario do que deveria ser, não ficamos mudos.
Proferimos todas as nossas injurias, incertezas, acusamos, pressionamos, agredimos ao outro e a nos mesmos.
Talvez assim, seria mais fácil acreditar na nossa própria imaginação cruel, que simula varias situações... ah... tristes situações, que por vezes nos fazem vitimas e insistem em fazer do outro o pior dos seres.
Confesso que algumas vezes fui masoquista, engoli farpas dessa arma letal, o ciume.
Rasguei minha alma, provei do meu próprio veneno... Fui morrendo pouco a pouco, dia pós dia...
E quando dei por mim, meu coração estava em luto, e o amor que até então lutava para sobreviver...
Ah... esse já não existia.


Suzy Ramos














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